Lojinha Elo7 Ateliê Esperandobb

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Preparando-se para o parto...


Tá chegando a hora... ansiedade, curiosidade, medo... nem sei quantos sentimentos juntos. Fico aqui esperando o tempo passar e pesquisando, lendo, me informando... afinal, tudo é novo... e mal começou (kkk). Então fui me informar sobre o parto, no momento é oq não sai da minha cabeça!!!

É mesmo necessário fazer a tricotomia (corte dos pelos pubianos) ?
Muitos especialistas defendem que os pelos pubianos garantem maior proteção e a retirada deles pode até dificultar a cicatrização no caso de infecções. Mas muitas maternidades ainda fazem este procedimento. Lembrando q na cesárea é feito na região do corte.
* na visita q fiz a maternidade nos deram a orientação de irmos sem depilação “recente”, com lâmina mesmo sem vermos podem haver cortes na pele e com cera os poros ainda estão abertos.

A episiotomia (corte cirúrgico no períneo) é obrigatória?
Existe uma grande controvérsia sobre a necessidade do corte para facilitar a saída do bebê. Alguns profissionais acreditam que o parto só pode ser considerado normal/natural pra valer se não houver episiotomia nem anestesia.
O fato é que dependendo do caso a saída do bebê pode causar lacerações na mãe e a episiotomia tem a vantagem de ser uma lesão controlada, que não causará danos em nervos e que será capaz de abreviar o parto em algumas circunstâncias – o que é muito positivo para a musculatura da região.
* me foi dito no HU q a episiotomia ou episiorrafia, de acordo com o Ministério da Saúde, tem sido feita só em casos d muita necessidade por motivo de prevenção de infecções.


E a lavagem intestinal?
Alguns médicos consideram o procedimento necessário porque no parto normal o bebê aperta o reto e se houver grande quantidade de fezes elas serão expelidas no momento da expulsão do bebê, podendo contaminá-lo e ainda infectar o corte da episiotomia.
No entanto, outros obstetras defensores do parto natural acham que a lavagem é absolutamente desnecessária e alegam que a própria Organização Mundial da Saúde cita essa rotina como um dos fatores capazes de atrapalhar o trabalho de parto.
* na maternidade q visitei (HU) este procedimento não é utilizado.

Quando se recomenda fazer uma indução do parto?
A mais comum é quando a data provável do nascimento ultrapassou os 15 dias de tolerância. Mas ela só poderá ser iniciada se o colo estiver favorável.
A indução também pode ser feita para abreviar a gestação em função de possíveis riscos à mãe e ao bebê, incluindo doenças como a hipertensão e o diabete.
Seja qual for o motivo, para induzir ao parto o médico lança mão de drogas capazes de provocar contrações do útero e a dilatação do colo. E elas não são livres de riscos: a intensidade e a frequência das contrações podem ser maior do que o necessário, causando hemorragias e sofrimento fetal. Quando isso acontece, a única saída é realizar uma cesárea de emergência.

Quais os sinais do trabalho de parto?
São muitos e variam de mulher para mulher. Podem começar com dores na região lombar que se irradiam para o abdômen, deixando a barriga dura mais ou menos a cada meia hora – são as famosas contrações. Calma, o surgimento delas não significa que chegou a hora. É preciso que a mulher sinta duas contrações de 40 segundos a um minuto e meio no período de dez minutos para se ter a certeza de que o parto está mesmo para acontecer. Em outras mulheres o trabalho de parto se anuncia com um discreto sangramento genital ou ainda com a ruptura da bolsa, derramando todo o líquido em seu interior.
Outro sinal importante é a dilatação do colo uterino acima de 2 centímetros, mas isso só o médico pode observar.
* o ideal é vc fazer um atabelinha anotando os horários e tempo d duração para manter um controle

O que fazer se a bolsa romper?
Não é preciso sair voando nem se desesperar se o líquido for claro. O bebê não vai escorregar. Mas se o fluido estiver escuro corra para o hospital. A coloração escurecida indica a presença de mecônio, como os médicos chamam as primeiras fezes do bebê – e se ele defecou na barriga é sinal de que está sofrendo.

Como diferenciar uma contração verdadeira de uma falsa?
As contrações que sinalizam o início do trabalho de parto se repetem com frequência geralmente sincrônica, regular – por exemplo a cada 30 minutos, a cada dez, a cada cinco... Além disso, na medida em que o tempo passa o intervalo entre elas sempre diminui e elas vão se tornando mais intensas e doloridas. As dores começam no fundo do útero e se espalham sempre para baixo, no sentido da barriga, região lombar e pelve. Já as falsas contrações podem ser doloridas mas não têm regularidade nos intervalos. Não ficam necessariamente mais fortes na medida em que o tempo passa e sua dor se espalha em qualquer direção, em vez de seguir a rota da barriga para a região lombar e da região lombar para a pelve.

A Lua influencia o trabalho de parto?
Esse fenômeno não tem nenhuma comprovação científica mas especula-se que haja uma explicação física por trás dessa antiga crendice. Assim como está comprovado que a lua cheia tem influência sobre o deslocamento de águas elevando as marés, pode-se imaginar que ela atuaria sobre o líquido amniótico, e o bebê seria empurrado com maior intensidade sobre o colo do útero estimulando o início do trabalho de parto.

Quais os benefícios de um parto normal para a mulher?
A grande vantagem é que não se trata de uma cirurgia com vários cortes e suturas, portanto o risco de infecção e hemorragia é menor. Pelo mesmo motivo a recuperação no pós-parto é melhor e mais rápida. O parto normal também favorece a amamentação porque dispara uma enxurrada hormonal avisando o organismo que é hora de começar a produzir leite. Isso sem contar que a relação entre mãe e filho tende a se estabelecer mais cedo já que a mulher participa ativamente do nascimento.

E para o bebê?
Estudos mostram que a criança respira melhor se ela nasce via vaginal, isso porque ao passar pelo canal de parto o pequeno tórax sofre uma compressão que ajuda a expulsar o líquido de dentro dos pulmões e isso facilita suas primeiras respirações fora do útero, diminuindo o risco de infecções. Por esse motivo o risco de o bebê nascer com o chamado desconforto respiratório é maior nas cesáreas.

Quais as vantagens do parto de cócoras?
Vários estudos mostram que o parto de cócoras é mais rápido e mais cômodo graças à ajuda da gravidade. A postura alarga a pélvis, aumentando o diâmetro para a saída do bebê, o que diminui a necessidade de episiotomia. Além disso garante melhor oxigenação à criança, pois o peso do útero não comprime a veia cava da mãe responsável por transportar o oxigênio.


Qual a diferença entre o parto normal e o parto natural?
O parto natural é basicamente um parto normal só que sem nenhuma intervenção, como anestesia, episiotomia e mesmo indução. O médico ou a parteira apenas acompanha e monitora a mãe e o bebê no hospital ou em casa. A mulher é a agente de todo o processo.

Quais as grandes contra - indicações para um parto normal?
Quando há desproporção entre o diâmetros da cabeça do bebê e o da bacia da mãe, se a mulher sofre de cardiopatias graves ou se há sofrimento fetal e materno agudos. Em outros casos, a contra - indicação é relativa e aqui estamos falando nas doenças capazes de levar à baixa oxigenação do bebê durante o parto, como hipertensão arterial materna e pré -eclâmpsia grave.

Quais as possíveis complicações de uma cesárea? Como preveni-las?
Basicamente são as mesmas do parto normal, somados alguns outros riscos por se tratar de um procedimento cirúrgico. Entre eles, lesões de órgãos como a bexiga e os ureteres e até mesmo a laceração da incisão uterina. Tudo isso é evitado quando a operação é realizada por um bom médico e com o uso profilático de antibióticos, que entram em cena para barrar eventuais infecções.


Por que alguns médicos esperam até a 42ª semana e outros não?
A gestação compreende 40 semanas. Ao passar desse prazo chegando perto das 42, ela já está se prolongando demais. No final da gravidez, a placenta envelhece e deixa de cumprir bem sua função de levar nutrientes e oxigênio ao bebê. Daí que, nessa fase final, a necessidade de controlar as condições da mãe e do filho é muito maior.

Por que a barriga parece ficar mais flácida após a cesárea e demora mais para voltar ao normal?
A barriga pode ficar flácida em ambos os tipos de parto, ou não. Isso depende muito mais de como a mãe se preparou durante a gravidez para fortalecer a musculatura abdominal.

Por que há um sangramento que parece menstruação depois do parto?
Você vai ter a sensação de que ficará menstruada para sempre, mas é mesmo assim – pelo menos nas primeiras duas ou três semanas, o útero sangra. Na verdade é a área onde a placenta estava colada que despeja o sangue e pedaços de tecido até se cicatrizar. São os chamados lóquios. No começo eles são bem vermelhos, depois se tornam mais claros e, por fim amarelados. Desaparecem lá pela sexta semana. Não há nada de errado nesse tempo longo. Só não podem ter cheiro forte ou ruim.

E ter relações sexuais?
Poucos casais seguem a recomendação à risca, mas o ideal seria esperar 40 dias, quando tudo já estiver cicatrizado. As primeiras relações devem ser mais cuidadosas, pois a vagina tende a ficar menos lubrificada.

P.S. ... A VIDA COMO ELA É !!!
Tricotomia: como meu parto foi cesárea foi feita uma pequena depilação na parte em que seria feita a incisão.
Indução do parto: no meu caso tiveram que me medicar com a famosa e temida Oxitocina, uma medicação o trabalho de parto, confesso que as dores das contrações que até então eram suportáveis, após o uso dela ficaram terríveis. Oque me foi explicado é que o aumento da dor se justifica pelo aumento da força de contração do útero que é estimulado por ela.
Sinais de trabalho de parto: no dia em que a minha bolsa rompeu eu já acordei sentindo uma "colicazinha" (contrações) que foi aumentando com o passar do dia... e começaram a ficar bem fortes. Neste dia eu tinha consulta e lá minha médica falou "não passa de amanhã". Fui para casa e eu e minha mãe corremos para agilizar oq faltava e deixar tudo em ordem... a esta altura as contrações já estavam bombando... eis que fui pro banho e minha bolsa estourou.
Oque fazer quando a bolsa romper: seguindo o comentário acima, acabei meu banho, liguei para a amiga que me levaria para a maternidade, acabei de me arrumar... e quando ela chegou eu estava pintando as unhas (rsrsrs). Muito engraçado, todos em pânico e eu super tranquila. Liguei pro meu marido, fomos pegá-lo no trabalho e seguimos para a maternidade, lá enquanto era feita a minha internação ele fumou uns 3 cigarros no pátio... detalhe, ele não fuma (rsrrs).
Barriga flácida: gurias aí entra o benefício da cinta pós-parto e é claro dos exercícios físicos durante a gestação. Não posso ser hipócrita de dizer que minha barriga continua  a mesma, mas confesso que para uma Balzaca com filha de dois anos eu estou bem em dia (rsrsrs).
Sangramento pós parto: realmente é um horror e eu achei q ia durar a vida toda, mas graças a Deus acabou antes de 1 mês. Não se assustem, principalmente nos primeiros dois dias é muito e com alguns coágulos.
Sexo: não cumpri a quarentena a risca como manda o figurino, mas já estava beirando os 30 dias. Optei por me comportar e não ter problemas de saúde, ou sentir qualquer incômodo... sem falar que nos primeiros dias vcs estarão exaustas.

Meu parto...

A Valentina nasceu com quase 41 semanas... depois de mais de um dia em trabalho de parto, 26 horas, eu não estava tendo dilatações suficiente (é necessário de 8 a 10 dedos de dilatação para q seja realizado o parto normal/natural) e então tive que ir para a sala de cirurgia, com anestesia raquidiana (http://www.infoescola.com/medicina/raquianestesia/) foi feita a cesárea.


Minha recuperação foi ótima, segundo a médica que estava cuidando de mim no pós- parto o mérito dá-se as prática de pilates 2x por semana durante a gestação, tive alta hospitalar com 1 dia de antecedêcia.

O Fabian ficou comigo em todo tempo que eu estive em preparo pré-parto... por motivos “de stress” um pouco antes do parto foi substituído pela minha mãe, que na hora do parto fotografou tudo e acompanhou a Valentina em todos os momentos, inclusive no primeiro banho. O hospital somente não autoriza filmagens, mas pode-se até levar um cd com músicas que você gostaria de ouvir durante o parto.
Também achei superlegal o quanto o hospital estimula o aleitamento materno, no momento em que eu sai da sala de parto já colocaram a Valentina em meu peito para mamar.
 
Fontes:
http://bebe.abril.com.br/principal.php
http://brasil.babycenter.com/
http://www.portalbebe.com.br/

quinta-feira, 14 de julho de 2011

SHANTALA


A shantala é originária da Índia e consiste numa técnica simples, amorosa, mas muito profunda que sempre foi passada oralmente de mãe para filha. É um carinho com seqüência, técnica e direção que pode ser repetido no bebê diariamente a partir do primeiro mês de idade. Suas características são o silêncio e a concentração. É chamado até de meditação ou yoga do bebê. Desenvolve o diálogo não verbal entre a mãe e o bebê, com os olhos e com as mãos.
Os pais que procuram fazer shantala em seus bebês buscam o melhor para eles, bem como vê-los relaxados, tranqüilos, dormindo bem e sem cólicas.
A shantala no Ocidente veio num momento extremamente importante e dando continuidade à proposta do parto humanizado. Para muitos profissionais no Ocidente a shantala é uma técnica de estimulação, para outros uma terapia para a prevenção de doenças, ao toque que traz inúmeros benefícios a nível de vinculação com a mãe.
As diferenças entre a prática da shantala aqui e na Índia é que lá ela é ensinada pelas mães às filhas, não há literatura, cursos, etc... é uma técnica milenar. Aqui os pais fazem  também. Aliás não há q os impeça, muito pelo contrário, é uma forma de os pais e os bebês poderem se curtir mutuamente,  é um momento muito especial.

A shantala só é recomendada a partir do 1º mês de nascido pq o bebê já está com a pele mais preparada. Muitas vezes ela descama, troca a pele, também o umbigo já está cicatrizado. Apesar de ser um toque carinhoso a shantala tem um toque profundo e forte, não é superficial, faz alongamentos e trabalha a musculatura e as articulações.
Os benefícios da shnatala são inúmeros, desde o aprimoramento do relacionamento mãe/bebê e pai/bebê até um bom desenvolvimento psicomotor. Elimina gases, cólicas, prisão de ventre, tranqüiliza o sono, gera confiança e por tudo isso é altamente preventiva. Raramente o bebê que recebe essa massagem diariamente vem a adoecer.
Acredito que a shantala pode influir na formação da personalidade da criança fazendo-a sentir-se muito amada e plena. E quem recebe amor provavelmente aprende a amar e retribuir isso ao seu redor. Serão adultos equilibrados, tranqüilos, inteligentes e que possivelmente contribuirão para a paz no mundo.
Os efeitos são imediatos. No mesmo dia o bebê já dorme melhor, as cólicas já diminuem. Só vendo para crer!!! É realmente uma técnica fantástica. Atua em todos os níveis: físico, emocional, energético e espiritual.
Não se deve praticar a shantala quando o bebê está muito doente. É preventiva, mas na hora da crise não dá para aplicar. É preciso que a criança esteja participando, concordando com a prática. Exemplo: na crise de cólica ela chora muito, se contorce. Outra contra-indicação seria para doenças de pele que impeçam o toque. Mas ela é ótima para restabelecer a saúde. Também não deve ser feita na criança com estômago vazio. Não deve estar dormindo, nem com frio.
É preciso observar a melhor hora do bebê, um local tranqüilo, óleo vegetal apropriado para o frio ou calor.

Eu comprei um da Natura, q inclusive vem com um livreto q ensina técnicas de shantala.
http://www.mamaeebebe.com.br/linha_detalhe.php?p=13
A mãe e o pai são as pessoas mais indicadas, mas os familiares e numa creche até um profissional pode realizar, tudo depende da necessidade e da disponibilidade das pessoas.
O toque traz saúde em todos os níveis, aproxima, elimina tensões, bloqueios, e proporciona um bem estar incrí vel para os bebês.

Aprenda a SHANTALA  passo - a - passo:


 
P.S. ... A VIDA COMO ELA É!!!
Graças a Deus a Valentina não teve cólicas, usei a Shantala somente para relaxamento... ligava o ar condicionado no quente para aquecer o quarto, ligava um som baixinho, deixava a luz baixa (com um abajour) e mãos a obra... é sucesso garantido!!!
Infelismente não tenho fotos.
 

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Banho no balde. (BANHO)

A transição do bebê para o mundo extra-uterino é muito intensa para o bebê q permanece aquecido e contido em meio aquático na barriga da mãe por semanas. A posição fetal, o útero, o aquecimento da água ofereciam estímulos sensoriais motores únicos ao bebê q precisa se acostumar ao novo meio, a nova postura, a diferença de temperatura, aos novos sons e a gravidade. Essa adaptação ao novo mundo pode causar stress no recém nascido e meses de sono perturbado, cólicas e irritablidade.

O banho de banheira pode ser muito stressante, pricipalmente quando deixamos o bebê de barriga para cima, posição em q ele se sente desprotegido. "Lá no HU (hospital universitário da UFSC) a enfermeira me disse q elas colocam uma fralda úmida sobre o bebê para ele não se sentir tão desprotegido".

Eu tenho esta aqui  abaixo, mas vou providenciar um balde logo, logo...

Já o banho no balde traz de volta a segurança vivenciada no útero materno. O banho no balde tem efeito relaxante e analgésico, e transmite limites ao corpo do bebê, oq é organizador sensorialmente. A aguá tbm demora mais a esfriar no banho de balde.

Para segurar o bebê pode ser posta uma mão abaixo do bumbum, ou o apoio das duas mãos nas costas e cervical... o bebê flutua e precisa apenas d um apoio.




O balde pode ser usado até os 6 meses, dependendo do tamanho e movimentação do bebê.
Dra banho no banheiro junto com vc (no seu colo) no chuveiro tbm traz proteção e acalma devido ao barulho do chuveiro.


Lembre-se q o momento do banho deve ser prazeroso e relaxante para o bebê, nos primeiros meses não há necessidade d excessiva higiene... sim imersão e conforto.



Vídeos:


 
P.S. ... AVIDA COMO ELA É !!!
 
Gurias estou arrasada por que não consigo encontrar o vídeo da Valentina tomando banho de balde... aí que dó!!! Assim que eu encontrar posto, hoje vou fazer uma busca em meus backups.
A Valentina sempre curtiu a hora do banho... é um momento de relax e temos que fazer de tudo
para que o estresse e a insegurança fiquem longe.
 
 
 
 
 
Aquela técnica da fralda úmida sobre a barriguinha para que o bebê se sinta seguro eu sempre usava, e confesso com orgulho que "nossos" banhos sempre foram um sucesso.
 
 
 
É necessário um preparo todo especial no ambiente do banho, independente de que seja no quarto ou no banheiro... principalmente se você estiver sozinha em casa com o bebê.
  • AQUEÇA O AMBIENTE
  • FECHE PORTAS E JANELAS PARA EVITAR CORRENTES DE AR
  • SEPARA AS ROUPAS E PRODUTOS QUE USARÁ
  •  VERIFIQUE A TEMPERATURA DA ÁGUA
 (se você não se sentir segura em relação á temperatura use o termômetro de banheira)






  • CONFIRA SE VOCÊ PEGOU TUDO OQUE PRECISARÁ PARA O BANHO NOVAMENTE PARA NÃO TER CORRERIA (rsrsrs)
  • TIRE AS ROUPINHAS
  • COMECE SEMPRE PELO ROSTO E CABELO
  • PARA AS QUE SE SENTEM INSEGURAS UMA BOA OPÇÃO É A REDE PARA BANHEIRA OU ESTA BANHEIRA COM APOIO, MAS QUE ACREDITO SEJA MELHOR PARA CRIANÇAS MAIORES E NÃO PARA RECÉM NASCIDOS
  •  
  • AO TIRÁ-LO DO BANHO SEQUE BEM AS DOBRINHAS E ENTRE OS DEDINHOS
  • PARA OS RECÉM NASCIDOS RECOMENDO AQUELAS TOALHAS QUE SÃO DUPLAS, COM UMA CAMADA DE FRALDA POR DENTRO
  • EVITE DEMORAR PARA NÃO EXPOR SEU BEBÊ AO FRIO, POR ISSO PRATICIDADE E ORGANIZAÇÃO SÃO FUNDAMENTAIS
Uma dica meninas, sempre usem sabonete líquido, todos os sabonetes em barra ardem os olhinhos.
Outra coisa legal que podem fazer também na hora do banho é por uma música bem relaxante para seu bebê.
 
 
 

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Parto de Cócoras.

Esta semana eu e outras gestantes do Grupo de Gestantes que freqüento fomos conhecer a Maternidade e as acomodações do HU (Hospital Universitário da UFSC)... é uma espécie de “aula” para as gestantes e seus “acompanhantes”. Na visita é falado das fases da gestação, amamentação, parto, e tbm há esclarecimento de dúvidas com as enfermeiras, fonoaudiólogas, psicólogas... e  finaliza com a visita as salas de parto, sala de higiene dos bebês e quartos do hospital. O método principal usado lá é o de CÓCORAS e a visita com certeza me deixou bem mais tranqüila... Recomendo!!! Esta visita pode ser feita sempre na 1º terça-feira de cada mês, inicia ás 14:30 e não precisa de agendamento prévio.
Em breve vou postar fotos da nossa visita... fui cobaia do grupo para demonstrar as posições.
A cadeira q eu experimentei no HU é igual a esta abaixo.

O parto de cócoras é realizado assim como o parto normal, mudando somente a posição da gestante. Ele possui diversas vantagens como maior rapidez já que a força da gravidade auxilia na saída do bebê e o próprio agachamento permite um alargamento do canal vaginal em cerca de 30% em razão da separação natural dos ossos da pelve e relaxamento dos músculos que ali se encontram. Dessa forma a dor também é menor, assim como a compressão de diversos vasos sanguíneos. A recuperação imediata da mãe e a possibilidade da participação do companheiro em todo o processo são outros pontos favoráveis à técnica.

A posição de cócoras é vantajosa durante o período expulsivo que dura de alguns minutos a uma hora na maioria dos casos. Durante todo o trabalho de parto a mulher deve ficar em poses variadas... sentada, ajoelhada, andando, etc.


O parto é mais rápido, pois é auxiliado pela gravidade;
A oxigenação do bebê é melhor pois não ocorre a compressão da veia cava pelo peso do útero;
A necessidade de episiorrafia é menor;
A mulher se sente mais no controle da situação;
O companheiro tem uma participação mais ativa ao prover o suporte da posição;


O parto de cócoras só pode ser feito por mulheres que tiveram gestação saudável e em situações nas quais o bebê esteja posicionado de cabeça para baixo.
Com relação à preparação, não há necessidade de ser uma atleta ou uma índia para parir de cócoras. O hábito de se agachar durante a gestação ou mesmo ficar alguns minutos de cócoras diariamente, por exemplo na hora da TV, já é o suficiente. Mas mesmo uma mulher sem essa preparação, que não costuma ficar acocorada, pode perfeitamente ficar alguns minutos nessa posição durante as contrações do período expulsivo.
Pensando nisso foi criada uma cadeira para parto de cócoras, onde a mulher fica em uma altura suficiente para que o obstetra fique com um bom campo visual. (Eu experimentei a cadeira lá no HU)


Abaixo um vídeo de parto de cócoras q busquei no youtube, vcs poderão ver no final do vídeo q o acompanhante estava o tempo todo junto a ela auxiliando no momento do parto.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Amamentação.


Existem restrições alimentares? O que não devo comer?
A princípio, não há alimento proibido. Se houver alguma reação negativa do bebê em aleitamento materno exclusivo aí, sim, pode-se suspeitar de sensibilidade ou alergia alimentar a alguma substância que a mulher tenha ingerido. Os campeões nesse processo são: leite de vaca, castanhas, amendoim, frutos do mar e carne de porco. Mas antes de pensar em eliminar estes itens do cardápio é preciso que o médico constate a ligação entre eles e as cólicas do bebê.
O álcool deve ser evitado, a substância pode dificultar a absorção de nutrientes pela mãe, além de ser absorvido pela criança através do leite materno. Já fontes de cafeína precisam ser consumidas com moderação. “O recomendado são até duas xícaras de café por dia”, não se sabe se a substância é prejudicial aos pequenos, por isso o melhor é não abusar.

Qual a dieta mais recomendada durante a amamentação?
Não existe um cardápio pré-determinado, o ideal é que a mãe se alimente da forma mais saudável possível, dedicando especial atenção aos líquidos. “A mulher costuma sentir muita sede nessa fase porque a água é matéria-prima para a fabricação do leite”. Outra dica é fazer várias refeições balanceadas ao longo do dia. “O bebê rouba os nutrientes da mãe, por isso o organismo dela deve estar o mais equilibrado possível”. Os especialistas concordam: comer cinco ou seis vezes ao dia e investir em frutas e fibras, além de não abusar dos doces, é um ótimo caminho.

E os remédios? Devo manter as mesmas restrições da gravidez?
Durante a amamentação, vários medicamentos estão liberados, mas para ter certeza do que você pode ou não pode tomar é essencial consultar o médico. No pós-parto, assim como em qualquer fase de vida a automedicação nunca deve ser praticada.

Posso tomar pílula anticoncepcional?
Apenas as que não contêm estrógeno em sua composição. “Acredita-se que esse hormônio feminino possa chegar ao bebê pelo leite, o que causaria o desequilíbrio hormonal na criança”. Para as mulheres que amamentam o médico recomenda pílulas de progesterona, anticoncepcionais injetáveis, subcutâneos ou DIU. “Esse último só pode ser colocado 50 ou 60 dias após o parto”.

É possível engravidar durante a fase de amamentação?
Sim. Por isso a importância de utilizar algum método anticoncepcional caso outro bebê não esteja nos planos do casal tão a curto prazo. “A prolactina, o hormônio responsável pela produção de leite no organismo feminino inibe a gravidez mas não se sabe até que ponto”.
É importante dar início ao uso de algum contraceptivo cerca de 30 ou 40 dias após o nascimento do bebê.

Por quanto tempo deve-se amamentar a criança?
A Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde recomendam a amamentação exclusiva por seis meses, mesmo as mães que voltam ao trabalho antes desse tempo podem continuar alimentando o bebê só com o leite do peito. “É possível ordenhar o leite e durante o período em que a mulher estiver fora pedir para alguém dar o líquido à criança utilizando um copo específico para esse fim” para que se mantenha o pequeno longe de mamadeiras, mais fácil para o bebê sugar, ela tende a desestimular a amamentação direta no peito.



Após os seis meses o Ministério da Saúde recomenda que o leite materno continue sendo oferecido em parceria com a alimentação complementar isso pode se estender até os 2 anos de idade ou mais. A introdução de novos alimentos provoca a diminuição gradual no número de mamadas ao longo do dia assim naturalmente acontece o desmame.

Prótese de silicone nos seios atrapalha o aleitamento?
Em geral as próteses não interferem nesse processo porque são colocadas abaixo da glândula mamária ou atrás do músculo peitoral, nessa posição não influenciam a produção de leite, no entanto quando a quantidade de silicone é muito grande e desproporcional ao peito é possível sim haver problemas. “Por causa da cirurgia a anatomia e a pressão dos dutos que irrigam as mamas podem ser alteradas”. Algo semelhante pode acontecer nas cirurgias redutoras de seios. “Se o tecido mamário for lesionado a produção de leite sofrerá as conseqüências”.


Como fazer o bebê arrotar? Existe algum problema se isso não acontecer?
Após a mamada a mãe deve segurar a criança no colo e deixar o corpo dela o mais em pé possível com a cabecinha apoiada no ombro por cerca de dez minutos. “Vale dar os clássicos tapinhas nas costas para agilizar o processo”. O arroto é provocado pela ingestão de ar durante a sucção feita pelo bebê. Assim, se ele pegar o peito de forma correta e mamar bem é possível que não arrote. “Isso não deve ser motivo de preocupação para os pais”.


Quanto tempo deve durar cada mamada? Qual o intervalo ideal entre elas?
Varia muito de criança para criança, pois cada uma tem o seu jeito próprio de se alimentar. Cerca de dez minutos em cada peito são mais do que suficientes – mas nos primeiros dias, quando o hábito começa a ser estabelecido o tempo pode ser bem maior. Vale explicar ainda que a duração da mamada não tem a ver com a quantidade de leite ingerido já que a eficiência da sucção também é variável. O importante é prestar atenção no intervalo entre as mamadas, ele costuma ser de duas a quatro horas. “Se passar disso, é preocupante. Informe o médico”.

É aconselhável acordar o bebê para mamar durante a madrugada?
Se você faz parte do time das sortudas que em vez de ter o sono interrompido pelo pequeno estão em dúvida se devem ou não despertá-lo para dar leite no meio da noite os médicos recomendam que se fique tranquila. “Quando o bebê está bem e ganhando peso normalmente não há a necessidade de acordá-lo”.

Como saber se a criança mamou o suficiente?
A única maneira de ter certeza é verificar o ganho de peso nas consultas pediátricas. “Para ter uma idéia se o pequeno está satisfeito preste atenção nas pistas dadas por ele: logo após mamar deve estar bem relaxado e tranquilo. Além disso, a quantidade de xixi feita ao longo do dia deve ser suficiente para seis fraldas”.

O que posso comer ou fazer para aumentar a quantidade de leite?
Não existe um alimento que cumpra essa função. O maior estímulo para a produção de leite é a própria sucção do bebê. Além disso você deve ingerir bastante água – uma matéria-prima essencial a esse processo. “É importante esvaziar o peito para que a produção não pare. Então se o bebê não mamar todo o leite disponível ordenhe as mamas até ficarem vazias”.

Posso dar água ao bebê que está no aleitamento materno exclusivo?
Não. O leite materno já contém água suficiente em sua composição para hidratar o pequeno. “Esse é o alimento mais completo que existe. Não é preciso oferecer mais nada à criança durante os seus seis primeiros meses de vida”.

É normal que a amamentação seja dolorosa?
Não. Embora exista algum desconforto ou se sinta um pouco de dor durante os primeiros dias, esta situação só é comum nos primeiros dias e nunca deve ser tão má como estes dias. Qualquer dor que dure mais de 3 ou 4 dias não deve ser ignorada pois pode ser devido a uma infecção nos mamilos.

A mãe deve lavar os mamilos antes de cada amamentação?
Não. Quando se alimenta um bebé com fórmula (leites artificiais), aí sim deve-se lavar bem os utensílios que podem ser fontes de infecções. No caso dos mamilos isto não é de todo necessário pois o leite materno protege o bebé contra as infecções; além de ser um ato que pode eliminar os óleos protetores do mamilo.

As fórmulas actuais são quase como o leite materno?
Não. As fórmulas que existem no mercado atualmente são apenas semelhantes ao leite materno. As fórmulas não contêm anticorpos, células vivas, enzimas, nem hormonas. Contêm sim muito mais alumínio, magnésio, ferro e proteína que o leite materno. A proteína e a gordura da fórmula são muito distintas do leite materno. As fórmulas são feitas para fazer com que o bebê cresça bem, mas o leite materno é muito mais que isso.

Mulher com mamilos planos ou invertidos não pode amamentar?
Mentira. Os bebês não se amamentam de mamilos, eles amamentam-se do leite que advém do peito. Embora possa ser mais fácil um bebê mamar num peito com um mamilo proeminente não é estritamente necessário que o mamilo seja desta forma. Se o bebê não mamar bem no início com a ajuda apropriada, ele mais tarde ou mais cedo começará a mamar. Os peitos também mudam nas primeiras semanas, e desde que a mãe tenha leite suficiente o bebê mais tarde ou mais cedo começara a mamar.
Um bebê com diarreia não deve ser amamentado?
 Mentira. O melhor tratamento para uma gastroenterite do bebê é o leite materno. É muito pouco usual o bebê requerer fluidos sem ser o leite materno. Se o bebê for intolerante à lactose o médico poderá prescrever enzimas lácteas para ajudara a digerir melhor a lactose do leite materno. A lactose presente na fórmula não é melhor que a presente no leite materno.

Inicie a amamentação o mais breve possível, assim que a criança estiver bem acordada, pois neste momento o instinto de sugar será muito forte. Mesmo que você ainda não esteja produzindo leite, suas mamas contêm o colostro, um líquido fino que possui anticorpos contra doenças.

  • Os bebês que mamam no peito têm fome com mais freqüência do que aqueles alimentados com leites artificiais porque o leite materno é digerido mais facilmente do que as fórmulas (leites artificiais).
  •  No início do período pós-parto ou até que os mamilos fiquem mais resistentes você deve deixar que eles sequem naturalmente após cada mamada. Isso previne a ocorrência de fissuras ou rachaduras que podem levar a infecções. Caso ocorram rachaduras, você pode cobri-las com o seu próprio leite ou outro hidratante natural para ajudar na cicatrização.
  •  Em geral a mulher que está iniciando a amamentação produz grande quantidade de leite fazendo com que suas mamas fiquem maiores endurecidas e doloridas por alguns dias. Você deve amamentar o bebê sempre que ele quiser para que seu corpo se adapte e produza somente a quantidade que o bebê necessita. Durante este período você pode utilizar um analgésico (sob orientação médica), aplicar compressas úmidas aquecidas e tomar banhos quentes para aliviar a dor.
  • Para produzir boa quantidade de leite, você necessita de uma dieta balanceada que inclui 500 calorias extras por dia e de seis a oito copos de líquidos. Descansar também ajuda a prevenir infecções nas mamas, que podem ser agravadas pelo cansaço.
  •  As modificações hormonais provocadas pela gravidez já são preparação suficiente para a maioria das mulheres. Em princípio não é preciso usar cremes nem pomadas nos mamilos, nem ordenhar o colostro antes do parto. Também não é necessário esfregar os mamilos com esponja áspera para torná-los mais resistentes. Se você tiver chance de tomar um pouco de sol nos mamilos, sempre com a proteção de filtro solar e evitando o horário entre as 11h e as 16h, pode deixá-los mais resistentes.
  •  Um bebê que recusa o aleitamento materno e não está ainda em processo de desmame passa por uma espécie de "greve". É a maneira dele de comunicar a você que algo está errado. Se isso acontecer você terá que fazer um pouco de trabalho de detetive para apurar as causas.
Qual é a causa mais comum para a recusa?

• A pega não está correta, e o bebê não consegue abocanhar uma boa parte do seio para poder se alimentar bem. Procure ajuda médica para acertar melhor a posição do seu filho na mama. Você pode falar com o pediatra do seu filho ou com a maternidade em que deu à luz. O ideal é levar o bebê junto para mostrar como está dando de mamar.

cândida ou o chamado sapinho).
• Reação do bebê a um grito de dor da mãe após ele morder o seio.
• A criança está com uma
otite, o que provoca pressão ou dor no ouvido durante a amamentação.
• A criança está com um
resfriado ou o nariz entupido, dificultando a respiração na hora da mamada.
Complementação excessiva da alimentação com mamadeiras, o que reduz a produção do leite materno.
• Distrações, barulhos ou interrupções durante a mamada.
• Muita demora para dar de mamar após o bebê chorar de fome.
• Uma grande alteração na rotina da criança, como mudança de casa ou sua volta ao trabalho.
• Separação longa demais da mãe.
Outras razões menos comuns para a recusa incluem sensibilidade ou alergia ao leite materno ou a algum alimento, uso de algum creme ou produto com perfume forte na região dos seios ou mudança no gosto do leite. Isso pode ser causado por algum remédio, certos.

• Dor na boca devido à dentição, a uma afta ou uma a infecção (como por exemplo por

·          Quando se está amamentando é normal que os seios fiquem vazando leite ou até espirrem. Mas o fato de ser um fenômeno normal não quer dizer que ele seja menos constrangedor e irritante. Para algumas mulheres, isso nem chega a acontecer, para outras um dos seios sempre vaza durante a mamada. O bebê mama em um, e o outro fica pingando leite. Isso ocorre principalmente de manhã.
O fato de sofrer com o vazamento constante de leite não tem nenhuma relação com a quantidade de leite materno que a mulher produz. Muitas mulheres que produzem bastante leite não têm nenhum tipo de vazamento.

Qual é a causa? Seus seios podem vazar quando ficarem cheios demais, ou quando o leite descer por reflexo, por exemplo quando algum outro bebê começa a chorar, quando você pensa no seu filho ou enquanto o amamenta (o seio que não está sendo usado vaza).

Há como evitar? Não há nenhum método garantido para evitar que os vazamentos aconteçam, o melhor jeito é evitar que as mamas fiquem cheias demais, e a solução para isso é dar de mamar ao bebê ou ordenhar o leite.




 Se você estiver produzindo bastante leite amamente seu filho sempre que ele pedir e experimente posições diferentes para amamentar. Logo você e seu bebê chegarão a um ritmo que funcione para os dois. Não dá para controlar o vazamento, mas dá para prevê-lo e minimizar as consequências. Se um seio sempre vaza quando o bebê mama no outro, coloque uma fralda de pano ou um absorvente para seios dentro do sutiã antes de começar a dar de mamar.


 Você pode usar também conchas de plástico, que podem ser esvaziadas e lavadas.

Se você tiver que ordenhar o excesso, pode armazenar o leite para quando não estiver em casa, ou até fazer doações para um banco de leite. Quando você estiver na rua, com ou sem o bebê, sempre leve na bolsa uma blusa limpa e absorventes para seios. Tente usar estampas que disfarcem um eventual vazamento de leite. Quando o absorvente para seios ficar molhado, troque-o, para evitar a proliferação de bactérias. Tenha vários sutiãs, porque vai ser inevitável lavá-los com freqüência, eles costumam ficar com cheiro de azedo.



VANTAGENS DO LEITE MATERNO PARA O BEBÊ:
  • Melhora o desenvolvimento mental do bebê
  • É mais facilmente digerido
  • Amamentar promove o estabelecimento de uma ligação emocional muito forte e precoce entre a mãe e a criança, designada tecnicamente por vínculo afetivo.
    Atualmente sabe-se que um vínculo afetivo sólido facilita o desenvolvimento da criança e o seu relacionamento com as outras pessoas
  • O ato de mamar ao peito melhora a formação da boca e o alinhamento dos dentes

VANTAGENS DA AMAMENTAÇÃO PARA A MÃE:
  • A mãe que amamenta sente-se mais segura e menos ansiosa
  • Amamentar faz queimar calorias e por isso ajuda a mulher a voltar mais depressa ao peso que tinha antes de engravidar
  • Ajuda o útero a regressar ao seu tamanho normal mais rapidamente
  • A perda de sangue depois do parto acaba mais cedo
  • A amamentação protege do cancro da mama que surge antes da menopausa
  • A amamentação protege do cancro do ovário
  • A amamentação protege da osteoporose
  • A amamentação exclusiva protege da anemia (deficiência de ferro).
    As mulheres que amamentam demoram mais tempo para ter menstruações, por isso as suas reservas de ferro não diminuem com a hemorragia mensal

  • Amamentar é muito prático! Não é necessário esterilizar e preparar mamadeiras. Não é necessário levantar-se de noite para preparar a mamadeira





P.S. ... A VIDA COMO ELA É !!!

A principio me foi orientado pela médica q eu não precisava ter nenhuma restrição alimentar... claro q sem exageros ou bebidas alcoólicas. Tentei dar uma diminuída no leite de vaca e nos queijos... amo café com leite e misto quente, também evitei chimarrão,  e feijão. Ou seja, alimentos derivados de leite, a base de cafeína, alcoólicos e aqueles tem "propensão" a nos causarem gases.
Você sentirão muita sede, e como não sou “fã” da água tomai mais sucos e chás do que água.
No começo eu ficava meio preocupada pq as vezes ela não arrotava, mas é normal... só tomava sempre o cuidado de colocá-la deitada de lado caso ela regurgitasse não corria o risco de se engasgar.
* não encontrei fotos das minhas almofadas de amamentação, mas usei demais... uma delas a Valentina usa até hj para dormir. Elas ajudam vc na hora de amamentar descansando seu braço, e depois você acomoda o bebê de lado, e com o passar do tempo eles vão curtindo e se ajeitando nela... a Valentina adora.
No começo minhas noites estavam sendo bem exaustivas pois a bebê estava mamando de hora em hora, depois o intervalo aumentou para 2 hs, as vezes um pouco mais ou menos.
A primeira mamada da Valentina foi na sala de recuperação, assim q sai da sala de cirurgia.
                                                                                                          Como vocês podem ver na foto aqui do lado, eu já saí da sala de parto amamentando a Valentina. Sempre tive bastante leite e nunca tive problemas com rachaduras.
Aqui abaixo ainda estávamos no hospital... recebendo a visita da Dinda Adri.
Um mês após o parto eu já estava com o peso normal, mas tbm eu caminhava, caminhava, caminhava...
Lembrem-se de pedir ao seu médico a receita da minipílula para tomar durante o período da amamentação, não caiam no conto de que quem amamenta não engravida!
 A Valentina foi para creche com 6 meses pq eu precisava procurar emprego e tinha que estar com ela na creche para fazer isso... foi bem tranquilo, ela já estava comendo papinha e frutas, tomando suco... e tbm as tias da escola foram super carinhosas e atenciosas com ela.
Mas quando chegava em casa alguém se arrisca a adivinhar qual era a primeira coisa que ela fazia?
Pois é... mas a Valentina mamou até os quase os dois anos de idade (mais precisamente 1 ano e 10 meses). Nunca ficou doente (claro teve uma ou outra gripezinha, mas nada grave), eu sempre tive leite, mas o fato dela mamar nunca me limitou... eu trabalhava, quando tinha que sair saia, e depois até dormir fora ela dormia... o mamá, ou Tetê como ela chama até hj, era mais um chamego do que uma necessidade.
Alguém advinha oq estamos fazendo aqui na foto abaixo? Escondidas na barraca na praia do Moçambique em Floripa/SC pq ela esta com sono e queria um tetê para dormir.
Agora se vcs me perguntarem oq eu fiz para tirar o mamá dela vcs não vão acreditar... NADA!!! Não fiz nada.
Quando eu estava começando a pensar em tirar o mamá dela, com 1 ano e meio, eu me separei e voltei a morar no RS, o pai dela ficou em Floripa... então um amigo psicólogo me orientou que seriam muitas mudanças, muitas perdas em pouco tempo. Passados alguns meses o pai dela veio morar tbm no RS e ela começou a ficar com ele alguns fins de semana e dormia na casa dele, tranquilamente, sinal de que não precisava mais do peito para dormir. Uma ou duas noites tentei não dar mas ela chorou e meu cansaço foi maior, não resisti e dei... até pq vê-los chorar é a pior parte. Até que um dia eu fui a gineco e comentei com ela que amamentava mas queria tirar... (blábláblá), ela perguntou desde quando ela não mamava  e disse que ela estava a dois dias na casa do pai e ficaria mais um dia lá... a médica então disse "agora tu não vai dar mais, não vai!". Fiquei meio apavorada e achei q não conseguiria... mas como com quase dois anos já "rola" um entendimento maior das coisas por parte deles, eu consegui. Quando ela pediu eu disse que ele estava cansado e que não tinha mais leitinho, tbm que ela era uma moça e que bailarinas não tomavam têtê (ela havia começado as aulas de ballet), disse q se ela quisesse podia fazer só carinho neles (nos têtês). Foi até divertido, ela com cara de sapeca fazia carinho e adormecia, outras vezes tentava me enganar e mamar, mas brincando eu dizia que não podia... e o principal, valorizei aquilo ao máximo, pedia para ela dizer a todos que não tomava mais têtê e fazíamos uma festa com aquilo.